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Carolzinha, a mulher viciada em me fazer gozar

Uma punhetinha rápida para eu gozar na sua calcinha, e após isso, ela a veste durante o dia, segundo a Carolzinha, sentir-se meladinha é uma maneira de lembrar de mim o dia todo.


Me considero um cara afortunado, e esta também é a opinião geral dos meus amigos quando conto a minha história. Tenho certeza que você que está lendo a minha história vai concordar comigo. Eu tenho uma namorada, estamos juntos há dois anos e meio, o nome dela é Carolina, e o nosso relacionamento é tudo que eu sempre sonhei. A Carol tem 23 anos, é estudante de fisioterapia, assim como eu. Nós moramos em Brasília, e nos vemos praticamente todos os dias; na faculdade, no estágio na clínica universitária, nos intervalos entre as aulas, no almoço, na academia, e se não bastasse, na maioria das noites a Carolzinha dorme em minha casa. Até aí, nada de muito anormal, mas mesmo assim, eu já me consideraria completo simplesmente por tê-la como namorada. Na faculdade ela é uma das meninas mais cobiçadas entre os homens, uma moreninha bunduda de 1,64 metros, com seios empinados, barriguinha com gominhos e coxas grossas realmente chama a atenção de todos, já me acostumei com meus amigos me chamando de sócio, ou com os elogios que fazem a ela.

No dia-a-dia a Carolina é comportada - só quem a conhece com intimidade, e com isso quero dizer eu - sabe o quanto ela se transforma quando estamos entre quatro paredes. Logo nos primeiros meses do nosso namoro ela me disse que seu maior tesão é fazer os homens gozarem, vê-los se contorcendo de prazer, e sentir o esperma quente escorrendo por seu rosto, boca e corpo. Acho que isso aí já é argumento suficiente que sustente a minha boa sorte, mas ainda não acaba aqui. Quanto mais envolvida ela está com um homem, mais dedicada ela se torna com a relação, e isso por consequência significa incontáveis punhetas, boquetes, masturbação mútua e qualquer maneira que encontre para me satisfazer, sem cobrança alguma, sem pedir nada em troca. Na maioria das vezes a Carol nem se quer se importa em atingir o orgasmo, mas faz questão de se dedicar ao máximo para me ver delirando de prazer, e quando eu gozo, ela não desperdiça uma gota de sêmen. Se não é gozando na sua boquinha carnuda e rostinho perfeito, uma punhetinha rápida para eu gozar na sua calcinha, e após isso, ela a veste durante o dia, segundo a Carolzinha, sentir-se meladinha é uma maneira de lembrar de mim o dia todo. Raramente transamos com penetração, pois segundo ela, a penetração vaginal não é o que ela prefere. Por mim tudo bem, pois ela me recompensa com as preliminares.

Recentemente ela me deu um belo presente de aniversário, ganhei uma Fleshlight, e quando temos mais tempo livre, geralmente à noite antes de dormirmos, ela pede que eu feche os meus olhos, começa chupando meu pau, e acaba me masturbando com o Fleshlight, ela pede para que eu a avise quando estiver prestes a gozar, para que ela caia de boca na gala, espalhando todo o me fluído por seu corpo. A Carolzinha é viciada em me fazer gozar, é viciada em sêmen, é o seu maior fetiche, e isso me deixa muito satisfeito. Ela me explicou que desde adolescente sempre assistia filmes pornôs com este tema, e isto sempre alimentou nela este desejo obscuro.

Um brinde à boa sorte, regado a muitos orgasmos e esperma.


Se existe algum homem mais afortunado do que eu, disso eu não sei ao certo, mas estou certo que encontrar uma gata tão espetacular como a Carol é sinônimo de sorte, e vou fazer o possível para nunca deixar essa princesa desaparecer da minha vida. Por falar em vida, só agradeço ao universo por tanta generosidade. Um brinde à sorte, regado a muitos orgasmos e esperma.

 

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