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Comi um travesti pensando que fosse mulher e adorei.

O que você pensa quando escuta a expressão "trocar gato por lebre"? Bom, pra mim essa expressão me faz lembrar a minha primeira experiência comendo o cu de um travesti. É tudo culpa do carnaval e da cachaça! Ou não...


A Pati como "ela" se apresentou, era muito bonita, bastante feminina, morena, alta, cheirosa, delicada, e por incrível que pareça, a sua voz era fina, ninguém que estava comigo naquela segunda noite de festa de carnaval em Salvador desconfiou de nada, muito menos eu. Caímos na farra a noite toda, dançamos muito, nos beijamos intensamente, sempre acompanhados de muitas bebidas alcoólicas. Todo o nosso grupo de amigos se deu bem em Salvador, sem exceções, aquilo era o paraíso dos solteiros. Beijamos várias mulheres - ou ao menos, pensávamos que eram mulheres - e a maioria conseguiu levar seu par para finalizar a segunda noite de festa com sexo. Eu também consegui, sem esforço algum.

Não imaginava que a pessoa que estava na cama comigo na ocasião, fosse um travesti, isso eu só descobriria dias depois. E pra ser sincero, eu mal conseguia fazer o meu pau levantar direito naquela noite, estava tão bêbado que comi o cu dela pensando que fosse a sua buceta. Me recordo que "ela" se virou de ladinho, depois de um belo boquete, e eu empurrei o meu pau naquele buraquinho apertado da forma que deu. Meu pênis entrou naquele cuzinho com facilidade, portanto não havia motivo para suspeitas, nem para desconfiar de nada. Além disso, a nossa transa foi muito gostosa, era exatamente isso que eu esperava daquele Carnaval; muito sexo, e pegação sem compromisso. A Pati correspondeu às minhas expectativas, e eu peguei o número do seu telefone para se caso as próximas noites fossem mais fracas.

Fiquei surpreso quando liguei pra "ela" para marcarmos outro encontro, e para me despedir antes do meu regresso a São Paulo, e ela me informou que era transsexual, que também tinha adorado a nossa transa, mas que pensou que eu soubesse que ela não era mulher. Enfim, uma grande confusão, mas que no fim das contas, eu gostei, confesso que repetiria a transa com "ela" sem pensar duas vezes. Eu sempre tive curiosidade em como seria comer um travesti mesmo, mas nunca tive coragem pra isso.

Foi uma pena ela não estar disponível quando a liguei, pelo menos eu poderia ter tirado a prova de uma transa quando sóbrios, de qualquer forma, ela deixou abertura para nos encontrarmos em uma outra oportunidade. Eu disse que toparia, e que aquele seria o nosso segredinho.

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