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Conto erótico: dupla penetração e muita sacanagem.

Alguém também quer comer a minha esposa?


Desde que nos casamos há 2 anos atrás, minha esposa Carla faz questão de contar o seu desejo em transar com mais alguém. A vontade dela sempre foi de trazer algum outro homem pra cama, fazer dupla penetração, mas esse segredinho ela só me contava quando estava ardendo de tesão, ou quando bebia um pouco a mais, e perdia o filtro.

Me chamo William, tenho 37 anos, sou engenheiro civil na cidade de Campinas, e ao contrário da maioria dos outros contos eróticos, eu não mudei o meu nome por questões de sigilo. Ao fim, deixarei até o meu e-mail para quem desejar me contatar, vai que encontramos algum outro cara bacana que valha mantermos como novo parceiro pro sexo.

Carla é muito gostosa, tem uma bunda maravilhosa, quem a conhece sabe o quanto é difícil não se apaixonar pela sua beleza e personalidade logo à primeira vista. Nosso relacionamento é do estilo porra louca, não considero que sejamos um casal tradicional. Nossos gostos musicais, comidas, programas de tv, esportes, sempre diferem do que a maioria dos nossos amigos gostam. E mesmo as nossas preferências durante o sexo fogem do tradicional, passando longe do papai-mamãe. É engraçado como ela sempre quer experimentar novidades na cama, desde posições sexuais diferentes, até fio terra, sexo anal intenso, com direito a gozada no estilo 'deep throat'. Entre quatro paredes, ela se transforma em outra pessoa. Uma muito mais fogosa, sem nenhuma barreira, deixaria qualquer homem pirado. Quando surge qualquer brinquedinho erótico novo, Carla é a primeira a querer experimentar.

E a nossa última e mais ousada experiência sexual foi em comemoração ao nosso segundo ano de casado. Resolvi fazer uma surpresa, e passar um final de semana em um hotel na praia do Guarujá, litoral de São Paulo. Antes de viajarmos, procurei na net um garoto de programa da cidade, o expliquei sobre a surpresa que faríamos para ela, acordamos um valor, deixei certo com ele o horário que gostaria de sua presença no hotel, e ele aceitou. No dia combinado, passei o tempo todo conversando com a Carla sobre as fantasias sexuais dela, mesmo durante a tarde na praia, eu tentava fazer com que ela fosse borbulhando internamente de vontade por sexo. Começou a funcionar, ela respondia à altura. Falava também sobre como sempre sonhou em sentir a sensação de ter dois paus ao mesmo tempo, um pra cada buraco, na buceta e no . Embora uma boqueteira ímpar, Carla tinha mesmo desejo em sentir duas pirocas juntas, apenas nas partes baixas.

Ao fim daquela tarde, ao chegarmos no quarto do hotel, fomos direto pro banho, e eu já senti que ela estava louquinha de desejo. Iniciamos juntos no banho um amasso quente, mas eu sabia que a coisa estava apenas começando, dentro de 15 à 30 minutos, eu teria uma ajudinha extra a bater em nossa porta. Portanto, estrategicamente saí do banho, e disse que a estaria esperando na cama com uma surpresa. Liguei para o garoto de programa, cujo nome prefiro não divulgar, e ele já estava em frente ao hotel, aguardando um sinal. Interfonei para a recepção autorizando a sua entrada. Quando a Carla saiu do banho enrolada em uma toalha, deu de cara comigo também de toalha, e o meu 'colega de trabalho', ela levou um enorme susto. Expliquei a situação a ela, e de assustada, ela passou a muito animada! Tão animada que logo pediu pra que apagássemos as luzes, pulou em cima de mim, me dando um beijo tão guloso que me faltou o ar. Meu pau ficou duro como aço.

O garoto de programa se despiu, e num piscar de olhos ele já estava sentado ao nosso lado na cama, batendo uma punheta. Admirando meio sem jeito, num tom de cinismo, ele perguntou se também poderia participar. Com um 'sim' que saiu como gemido, a Carla virou e caiu de boca no pau dele, um pênis grande, bem maior que o meu. Ela virou de quatro, como uma cachorra, e continuou mamando a piroca dele, e eu por trás, me encaixei e comecei chupando aquela xereca melada de tesão. Parecia que a boceta dela gotejava. Sem mais delongas, Carla me empurrou, e começou a cavalgar na rola do "parceiro de guerra"; ao ver aquela cena, lubrifiquei a minha rola, montei nela, e botei tudo naquele cuzinho delicioso. Seu rabinho estava praticamente lacrado, havia pouco espaço pra minha pica deslizar. Ela murmurava de tesão de uma forma que eu nunca tinha ouvido antes. Seu orgasmo veio em forma de gritos, e espasmos que espremeram meu pau dentro daquele cuzinho, e provavelmente fez igual com o pau do "camarada" que ainda estava na vagina dela. Gozamos logo em seguida. A Carla na mesma noite me provocou dizendo que quer repetir a dose.

E foi assim, a sangue frio, meio tremendo, numa mistura de sentimentos de adrenalina, e um nervosismo muito prazeroso, que proporcionei à minha esposa, bodas de algodão inesquecíveis.

Se você é da região de Campinas-SP, entre em contato com a gente pelo e-mail willecarlaqueremsexo@hotmail.com. Sigilo total.

Conto erótico: dupla penetração e muita sacanagem.