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O Swing é o fetiche da vez. Visitamos uma casa de swing e vimos como acontece a troca de casais.

Ultimamente nota-se uma grande especulação e curiosidade sobre o tema swing. Parece que este é o assunto sexual da vez entre as rodas de amigos, talvez por ser algo sigiloso, desconhecido, ou mesmo por passar a impressão de que uma vez parte do grupo, qualquer pessoa tem acesso fácil ao sexo. Embora tanto os praticantes, quanto os espaços destinados à pratica têm crescido exponencialmente, é essencial seguir as regras e os códigos de ética que os regem, e parece que a regra principal é: respeito e nada de forçar a barra.

Visando estar um pouco mais a par deste mundo, enviamos um funcionário da Fleshlight para uma casa de swing em São Paulo com o objetivo de obtermos detalhes mais práticos de como as coisas são, e ouvirmos sua experiência como marinheiro de primeira viagem. Seu relato é bastante interessante, confira.

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Minha visita a uma casa de Swing.

Marina tem 36 anos, a mesma idade que a minha, somos amigos há pelo menos 10 anos, e apesar de atributos incríveis: linda, alta, simpática, olhos verdes, a típica morena de parar o trânsito; nunca tivemos nenhum tipo de relacionamento afetivo. Creio que nenhuma das partes tem esse interesse, nossa relação é praticamente de melhores amigos. Marina tem a cabeça muito aberta e topou me acompanhar sem pensar duas vezes nesta tarefa fora do expediente.

Quinta-feira, 26 de Julho de 2018, 22h40, uma noite gelada de inverno paulistano, cheguei na casa de swing cujo nome mantenho em sigilo, acompanhado de Marina. Logo que entramos na casa parece que todos voltaram os olhos para nós, confesso que ficamos um pouco sem graça, sabíamos que precisávamos de um drinque para relaxarmos um pouco e entrarmos no clima. Fomos até o bar, ela pediu uma caipirinha de morango, e eu uma dose cheia de whisky cowboy. Já com as mãos ocupadas, nos dirigimos até um grande sofá do outro lado do salão, sentamos afastados, mas notamos que logo ao lado, haviam outros quatro casais conversando, pareciam se conhecer de outras datas. A atmosfera daquele lugar era agradável, descontraída, haviam bastante casais por todos os lados, não apenas ao nosso lado, mas nas mesas em direção oposta, e também em frente à um palco, onde rolava uma dança sensual. Eu conhecia a minoria das músicas que ali tocavam, mas o som não era tão alto, e era possível conversarmos sem ter de gritar um com o outro.

Ficamos ali batendo papo apenas eu e Marina, uns 40 minutos, observando o ambiente, até um dos casais ao lado se deslocar e se sentar ao nosso lado, se apresentando. Ele era um homem um pouco mais velho, na casa dos 50 anos, e sua acompanhante (que deduzimos ser a sua esposa) aparentava ter os seus 40 anos. Um casal bastante atraente, discreto, mas que nos encheu de perguntas, e demonstraram bastante interesse em nos conhecer mais a fundo, Marina e eu tentávamos aparentar estar tranquilos, porém, eu sentia que ela estava bastante desconfortável com aquilo tudo. As perguntas começaram descontraídas e engraçadas, e logo passaram a ser bastante particulares. E embora eu respondesse a maioria delas diretamente, eles não nos dava muita abertura para que eu as retornassem na mesma moeda. Resolvi então abrir o jogo com o casal, disse que era a nossa primeira vez, e que estávamos na casa apenas para conhecer como era aquele mundo, que estávamos curiosos mas que naquela noite, tínhamos certeza que nada aconteceria. O casal pareceu não ter se importado tanto com a notícia, e acima de tudo, achei a posição deles bastante respeitadora. Mesmo assim, eles nos convidaram para ver como eram os quartos e os outros ambientes na parte de cima. Aceitamos a proposta sob a condição de que nada aconteceria. Marina reforçou novamente a sua vontade. E eles concordaram sem qualquer oposição.

Subimos umas escadas iluminadas apenas com luzes indiretas, onde chegamos aos quartos. Haviam mais de dez. Alguns deles abertos, outros fechados e provavelmente ocupados, alguns fechados, mas com vidros para exposição do que estava acontecendo ali dentro. Vimos também casais em uma sala numa espécie de semi suruba explícita, não sei sobre a Marina, mas aquilo me deu um grande tesão. Tudo era mais comportado, civilizado e organizado do que eu tinha imaginado antes de chegar na casa. Ficamos cerca de 10 minutos andando pelos corredores, vendo os quartos, os casais a brincar e o restante das instalações. Por sorte, o casal do sofá nos guiava pelos ambientes escuros, inclusive fomos apresentados para outro casal que conhecia os nossos 'anfitriões', vimos que eles cochicharem algo, e logo sumiram, entrando em um quarto com outros que ali já estavam. Novamente apenas nós dois, resolvemos descer ao bar. Tomamos mais um drinque ou outro, conversamos mais um pouco, e fomos embora. Marina confessou que aquilo não fazia muito o tipo dela, já para mim, ficou um gostinho de "quero mais".

Por fim, ao chegar em casa, já se passava da uma da manhã, e fui obrigado a usar a minha vagina Fleshlight assistindo a um bom vídeo pornô. O tema? Swing grupal!

Texto de: Carlos Roberto

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