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Relato: Talvez eu tenha nascido para ser corno

 

Era uma segunda-feira nublada e chuvosa de Junho. Depois de um final de semana sem precedentes, acordo cedo, tomo um longo banho e me arrumo para o trabalho. Seguindo o mesmo ritual que faço há 12 anos, mesmo tempo que tenho de casado com a Cristina. A minha esposa acorda, faz o nosso café da manhã, como habitualmente, vestindo a camisola preta de renda que a presenteei em um dos nossos aniversários de casamento. Naquele dia, a Cristina só iria trabalhar na parte da tarde. Tomamos o café juntos, e meu telefone tocou. Enquanto respondia às dúvidas do cliente, organizava a minha pasta de documentos. Seria um grande dia, dia especial em que fecharia um grande contrato, contrato este que havia preparado desde o início do ano. Rapidamente a beijo na testa, pego as minhas coisas, já estava atrasado. Ao chegar no escritório, depois de um longo período no trânsito, me dou conta que esqueci o documento mais importante para realização do negócio. Não havia outra alternativa que não fosse voltar para casa.

A Cristina organiza a casa todas as manhãs e faz ginástica na academia do condomínio, tinha total certeza que ela estaria malhando, por isso não a avisei que estaria retornando. Ao abrir a porta de casa, o silêncio falava alto. Corri para o meu escritório em casa, no final do corredor, era lá que havia deixado o documento, e quando passo pelo nosso quarto, escuto gemidos e sussurros. Abro a porta vagarosamente, e me deparo com a cena; a minha mulher na cama com o vizinho! Dei um passo para trás, pois fiquei incrédulo com a cena. Segui assistindo, com sangue frio e ódio correndo pelas veias. Era aquele desgraçado, boa pinta que no fundo eu sempre soube que olhava pra ela com olhos de desejo, cobiça, desconfiava que da parte dela, também havia um certo interesse, de imediato me lembrei que a Cristina chegou a fazer uma piada atrevida na minha frente!

Ele lambia os seus lindos seios, eles riam, se quer imaginavam que ali eu estava, vendo cada movimento que ambos davam, cada gemido me deixava com uma mistura de sentimentos, raiva, tesão, e ódio mortal. Quando olhei para o pênis dele, me senti um completo idiota. Era imenso, grosso, a partir de então entendi o porquê a Cristina sempre debochava de mim na cama! Me chamava de corno enquanto fazíamos amor. A minha ingenuidade me fazia crer que tudo não passava da fértil imaginação dela. Erro meu.

Quando ele a penetrou, mal acreditei. Ela não reclamou, não falou que estava doendo. Apenas gemia intensamente de prazer, como se tivesse finalmente encontrado o homem de sua vida! A minha masculinidade se reduziu ao tamanho de uma ervilha.

Não consegui reagir! Fechei a porta com força, segundos depois vejo a minha esposa com a camisola preta, aquela mesma que havia dormido comigo. Entre as rendas transparentes, Cristina mostrava a sua vagina gozada pelo amante. Ela corria pelo corredor dizendo: não é nada disso que está pensando.  Após meses de dor e sofrimento, o divórcio foi a única saída. Com a ajuda da análise no divã, aqui estou eu, me masturbando sozinho no banheiro, pensando nela. Um completo imbecil. Talvez eu tenha nascido para ser corno.

Relato Talvez eu tenha nascido para ser corno